terça-feira, 2 de setembro de 2008

O INESPERADO de DEUS ao ENCONTRO da ESPERA HUMANA

Era domingo, aparentemente como todos os domingos, me refiro especificamente ao culto realizado em um domingo do mês de fevereiro deste corrente ano. O culto inicio-se habitualmente as 19:00 hs. Como de costume o culto a introdução litúrgica foi com uma oração, seguindo de 2 hinos da harpa-cristã acompanhado da orquestra local. Na seqüência uma leitura oficial e assim a liturgia ia desenvolvendo-se.
O que parecia rotineiro foi de súbito tomado de algo insólito, no momento em que um dos pastores da igreja “sentiu” Deus ministrar em seu coração, que a igreja deveria ajoelhar-se e orar de forma especifica para as famílias. A principio alguns movimentos da platéia indicavam um não entendimento da “quebra de protocolo” da liturgia pentecostal, ainda sem entender muito bem olhares se encontravam na tentativa de dizer “o que será que vai acontecer?”.
O certo é que “todos” (pelo menos quase todos) dobraram seus joelhos e começaram a orar, e percebemos que um clamor começou a se levantar. Foi notório como Deus começou a trabalhar de forma diferente naquela noite. A Bíblia diz: “que a oração do justo tem muito em seus efeitos...” e realmente ali estavam muitos justos orando e intercedendo em um só sentido, e realmente comprovamos os efeitos ulteriores daquelas orações, depois de algumas semanas tivemos a felicidade de saber que Deus restitui alguns lares, decorrente das orações daquela reunião.
Diante disso tenho a liberdade e iniciativa de citar esse fato concreto, para refletir nos cultos que hodiernamente vem sendo realizado nas igrejas brasileiras. Ora, é de conhecimento de quase todos que a palavra culto esta sendo substituído pela palavra SHOW, inclusive é veiculado de forma televisiva em horários nobres.
Nessa nova configuração de culto o que manda não é mais a espontaneidade dos cristãos, e sim uma liturgia “bem elaborada” (porque não dizer bem engessada), organizada de forma que nada de inesperado possa acontecer. Bom, isso de certa forma da vazão ao espetáculo, isso mesmo, começa a nascer um culto-antropocêntrico, onde o homem é fim em si mesmo, “rouba” toda glória que pertence a Deus.
Nesse novo espetáculo, Cristo infelizmente não é mais o centro do culto, pois o que manda agora é performance humana, ou seja, as técnicas vocais dos cantores solos, dos conjuntos e dos corais. As habilidades “bem humorada” de alguns pastores, a ponto de manobrarem a platéia, até extorquirem dos membros os últimos centavo, isso mesmo este homens “desnudam” suas ovelhas até arrancar seus últimos recursos financeiros.
Paulo já nos avisa que nos últimos dias apareceriam homens amantes de si mesmos... Apresentam-se com eloqüentes mensagens bem pregadas, com um discurso muito bem polido e elaborado. Esses mega-pastores conseguem levar a platéia ao delírio com seus sermões “exegeticamente bem construído”, no comprimento de seus egos pragmáticos.
Não estou tecendo essa reflexão para colocar em descrédito os demais cultos, não, até porque não teria condições de fazê-lo. Acredito que Deus dentro da sua soberania tem abençoado de alguma forma. Agora como cristão e alguém interessado na causa do Mestre, entendo o que aconteceu no fato citado na introdução, é um apontar de que se colocarmos todo nosso preparo debaixo das potentes mãos de nosso Senhor, e dermos mais espaço a voz e ao mover do Senhor Espírito Santo, é possível que possamos ser surpreendidos com curas, libertações, batismo com o/no Espírito Santo, milagres, conversões, reestruturação familiar, manifestações humanitárias e solidárias por parte dos cristãos, e um verdadeiro quebrantamento perante Jesus Cristo pode estar prestes há acontecer nesse mundo pós-moderno.
Mahatma Ghandhi certa vez disse: “O ‘cristianismo’ não passa de uma religião de belas palavras...” Apesar da coerência da frase com a atual realidade, nós como cristão não devemos ser conivente com isto, temos que mostrar na prática que o cristianismo não se resume a essa critica. Nós como igreja do Senhor e portadores das Boas Novas, devemos entender que não adianta viver somente um “evangelho” de belas palavras, mas ao contrário disto devemos construir pontes entre nossas pregações e a práxi na vida igreja.

Anderson Souza
Bacharel em Teologia
Pós-Graduando em Metodologia do Ensino Religiso

A BENDITA QUEBRA DE PROTOCOLO DE CADA DIA

Era domingo, aparentemente como todos os domingos. Refiro-me especificamente ao dia 04/02/2007. O culto inicio-se as 19:00 horas, como de costume começou com uma oração, seguido de dois hinos da harpa-cristã, acompanhado da orquestra local. Na seqüência, à leitura oficial e, assim a liturgia desenvolvia-se.
O que parecia rotineiro foi de súbito tomado de algo insólito, no momento em que um dos pastores da igreja sentiu Deus ministrar em seu coração. A igreja deveria ajoelhar-se e orar de forma especifica para as famílias. A principio alguns movimentos da platéia indicavam um não entendimento da “quebra-de-protocolo” da liturgia. Ainda sem entender muito bem, olhares se encontravam na tentativa de dizer: O que será que está acontecendo?
O certo é que “todos” (pelo menos quase todos) dobraram seus joelhos e começaram a orar e, percebemos que um clamor começou a se levantar. Foi notório como Deus começou a trabalhar de forma especial naquela noite. A Bíblia diz: “que a oração do justo tem muito em seus efeitos...” e realmente ali estavam muitos justos orando e intercedendo em um só sentido e, realmente comprovamos os efeitos ulteriores daquelas orações. Depois de algumas semanas, devido alguns testemunhos pessoais, tivemos a felicidade de saber que Deus restituiu alguns lares, resultado das orações realizadas naquela reunião.
Diante desse fato ocorrido, tenho a liberdade e iniciativa de usar essa história, para refletir os cultos que hodiernamente vem sendo realizado nas igrejas brasileiras. Ora, é de conhecimento de todos que a palavra culto esta sendo substituído pela palavra SHOW, inclusive é veiculado de forma televisiva em horários nobres.
Nessa nova configuração de culto o que manda não é mais a espontaneidade dos cristãos, e sim uma liturgia “bem elaborada” (porque não dizer bem engessada). Organizada de forma que nada de inesperado possa acontecer. Bom, isso de certa forma da vazão ao espetáculo, devido a previssbilidade, isso mesmo, o culto começa há se transformar num show gospel.
Nesse novo espetáculo, Cristo infelizmente não é mais o centro do culto, pois o que manda agora é performance humana, ou seja, as técnicas vocais dos cantores, dos conjuntos e corais. As habilidades “bem humorada” dos pastores que, se utilizam-se de recursos inapropriados, a fim de manobrarem sua platéia, objetivando extorquirem os membros. Isso mesmo! Homens inescrupulosos, não passam de pseudo-pastores que “desnudam” suas ovelhas até tosquiarem sua ultima lã.
Paulo já nos avisava que, nos últimos dias apareceriam homens amantes de si mesmos... Apresentam-se com eloqüentes mensagens bem pregadas, com um discurso bem polido. Estes mega-pastores conseguem levar a platéia ao delírio com seus sermões “exegeticamente” bem construído. Infelizmente muitos destes homens têm visado apenas a glória humana.
Não estou aqui para colocar em descrédito os demais cultos, não, até porque não teria condições de fazê-lo. Acredito que Deus dentro da sua soberania tem abençoado de alguma forma todos os cultos. Agora, como cristão e alguém interessado na causa do Mestre, utilizo-me deste fato ocorrido para trazer algumas reflexões, visando um alerta de nossa parte.
O fato ocorrido e citado no inicio deste artigo, é um apontar de que se colocarmos todo nosso preparo debaixo das potentes mãos de nosso Senhor e, darmos mais espaço a voz e ao mover do Senhor Espírito Santo, é possível que poderemos ser surpreendidos com curas, libertações, batismo com o/no Espírito Santo, milagres, conversões, reestruturação familiar e um verdadeiro quebrantamento perante Jesus Cristo pode estar prestes há acontecer em nossas igrejas.
Mahatma Ghandhi certa vez disse: “O ‘cristianismo’ não passa de uma religião de belas palavras...” Apesar da coerência da frase com a atual realidade, nós como cristão não devemos ser conivente com isto. A igreja do Senhor como portadora das Boas Novas, deve entender que não adianta vivermos somente um evangelho de belas palavras, mas ao contrário disto devemos construir pontes entre nossas pregações e práxi na vida igreja.

Anderson Souza
Bacharel em Teologia
Pós-Graduando em Metodologia do Ensino Religioso

O TEMPO PASSA, O TEMPO VOA, SE NÃO TOMARMOS CUIDADO A VIDA PASSA NUMA BOA.

Nascemos, crescemos, vivemos e morremos, esse é ciclo natural da vida humana (salvo algumas exceções), a vida humana pelo menos na contemporaneidade não excede aos 70, 80 e/ou 90 anos de idade medianamente.
Apesar dos avanços científicos no campo dos cosméticos, e da medicina moderna travando gigantescas batalhas no afã de trazer um continuo rejuvenescimento para o ser humano, porém a vida passa mais rápido do à gente possa imaginar, e inevitavelmente as rugas e os sinais da velhice vão aparecendo.
Há um texto bíblico que traz a metáfora da flor, e dessa forma elucida nos lembrando que a vida humana pode ser comparada a uma flor, que de manhã nasce à tarde desabrocha e a noite seca. Olho para essa frase com olhares atentos e observadores, por se tratar de uma verdade lógica, no entanto paradoxalmente profunda.
A vida passa muito rápida, muitas vezes ficamos presos na rotina frenética do dia-dia que em muitos dos casos não nos leva a lugar algum. Outras vezes estamos emaranhado na letargia das mesmices vãs, apáticos e como um barco a deriva canalizamos nossas energias numa grande e diabólica “maquina” chamada capitalismo.
O tempo vai passando e nossas energias vão se esvaindo, como a água escorre das nossas mãos na tentativa de segurá-las, assim o tempo vai passando e não conseguimos cortar o cordão bilical da religiosidade, que na maioria das vezes cria um mundo difícil de viver.
E em nome do zelo religioso as pessoas criam-se “mundos” de aparências de “piedades” difíceis de conviver, se envolvem com todos os tipos de funções/serviços religiosos em troca de alguns favores divinos. Preocupamos-nos mais com que os outros pensam de nós do que necessariamente que conceito Deus tem de minha pessoa.
Nesses mergulhos nos profundos mares das atividades religiosas “trabalhamos tanto para Deus que não temos, mas tempo para Deus”, é paradoxal, no entanto é verdadeiro, nos envolvemos em tudo quanto é projeto a ponto de negligenciarmos a família, os amigos, aquela oração informal, aquela bela canção na manhã de uma segunda-feira ociosa, parar para ouvir aquele amigo que esta com problema, fazer uma visita àquela pessoa tão querida que esta enferma, brincar com os filhos, passear com a namorada, com a noiva ou com esposa, ler a Bíblia sem preocupação de fazer uma analise exegética do texto, mas ler simplesmente para nos deliciarmos das maravilhas de um Deus maravilhoso.
Esse texto é um apelo a prestarmos mais atenção no óbvio, enxergamos as pequenas coisas do dia-dia, valorizarmos a presença maravilhosa do Senhor Espírito Santo que esta conosco todos os dias, se manifestando das mais variadas formas, e o mais interessante é que Ele o Espírito Santo esta conosco todos os dias, mas às vezes vivemos tanto no piloto-automático que nem percebemos suas atuação, C. S. Lewis já dizia “que homem na tentativa de buscar Deus nas grandes coisas O perde nas pequenas...”.

Anderson Souza
Bacharel em Teologia
Pós-Graduando em Metodologia do Ensino Religioso

Martín Luther King

"Temos de aprender a viver todos como irmãos ou morreremos todos como loucos."