Antes de prosseguir em meu caminho e lançar o meu olhar
para a frente uma vez mais, elevo, só, minhas mãos a Ti na
direção de quem fujo.
A Ti, das profundezas de meu coração, tenho dedicado altares
festivos para que, em cada momento, Tua voz me pudesse chamar.
Sobre esses altares estão gravadas em fogo estas palavras:
“Ao Deus desconhecido”.
Seu, sou eu, embora até o presente tenha me associado aos sacrílegos.
Seu, sou eu, não obstante os laços que me puxam para o abismo.
Mesmo querendo fugir, sinto-me forçado a servi-Lo.
Eu quero Te conhecer, desconhecido.
Tu, que me penetras a alma e, qual turbilhão, invades a minha vida.
Tu, o incompreensível, mas meu semelhante, quero Te conhecer, quere servir só a Ti.
Por Friedrich Nietzsche
Anderson Souza de Oliveira
Bacharel em Teologia
Pós-Graduando em Metodologia do Ensino Religioso
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
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